Tuesday, September 12, 2006

Noites de Insónia I


Imagino-me num sítio qualquer perdido no centro de Portugal, a tua espera.

Olho para o lado e vejo-te a observar-me há algum tempo

Não sei bem, há quanto tempo ali estavas…

Mas definitivamente, estavas a tentar visualizar o meu corpo nu em cima de ti, a ver como as minhas mãos tocam no meu cabelo e a forma como eu seguro o cigarro

Entravas num quarto de um motel duvidoso, no número recebido sms ,olhavas para trás antes de entrares na escuridão e vias-me ao longe, a seguir-te com olhar

Não sabes se seguirei ou não. Se entrarei ou não. Se serei eu ou outro

Estás só … isolada, à espera...

O tempo passa... sentada na cama esperas... e esperas...

Eu fora da janela vejo-te a esperar e desesperar, faço prolongar o teu desejo, a tua entrega...

Quando entro tremes... de medo? De alívio? De tesão certamente…

Entras no quarto e eu levanto-me, sem saber bem o q fazer com as mãos de tão nervosa q estou.

Olho bem para ti e tu olhas bem para mim…

Olho para a tua boca e baixo o queixo e observo o teu corpo vestido

Tu sem uma palavra

Observas cada canto do meu corpo, olhas-me nos olhos com uma intensidade brutal

Eu vejo o volume do teu sexo a aumentar dentro das calças

E tu sabes q eu já estou completamente húmida

Aproximamo-nos

Sentimos o cheiro um do outro mesmo á distancia

Encostas-me contra a parede, olhamos mais uma vez um para o outro e beijamo-nos com uma fúria brutal

Sinto os meus lábios a arderem da intensidade, da força do beijo

Levantas-me as mãos para cima e baixas-te por um instante só para eu sentir o volume do teu sexo no meu.

Abres-me as pernas com uma perna tua e soltas-me uma mão para m tocares e apertares enquanto eu t passo a mão no sexo.

Estamos bem encostados contra a parede e tu reparas q eu trago a minha cueca de vinyl e o meu soutien também.

Olhas com surpresa para mim

E eu olho-te com ar d quem t quer foder muito e JÀ!!!

Atiras-me para cima da cama….

Aproximo-me de ti, deitada na cama, pernas abertas, sexo semi-exposto por trás do vinyl

Sinto a percorreres o meu corpo com o teu olhar, parando no meu sexo...

E sento-me no cadeirão ao lado da cama, olhando-te...

Puxo um cigarro, acendo... sinto o cheiro do teu sexo nos dedos cada vez que o levo a boca

Tu olhas-me sem saber o que fazer, com ar de quem me quer foder muito e o mais rápido possível

Tentas aproximar-te...

Empurro-te só com uma mão e cais de costas na cama

Tentas tocar-te, provocando-me e eu apenas digo "não"

Olhas-me desafiadora…

Percorres as coxas, a barriga, evitando o sexo...

Vês que te quero pelo latejar do meu sexo dentro das calças

Quando tocas no teu sexo levanto-me bruscamente e a pele da tua perna estala sob a minha mão

Continuas... quem sabe tirando mais prazer da palmada ou dos dedos...

Tiro o chicote do casaco e pouso-o sobre a cama

Vês nos meus olhos que estou sério e paras...

Sento-me de novo e acabo de fumar, olhando-te cheio de tesão de alto a baixo

Vendo o teu sexo brilhar

O teu peito arfar...

Abro a braguilha e tiro o sexo para fora

Secamente

Percebes imediatamente o que quero

Vens a correr, como uma cadela bem ensinada e ajoelhas-te, sentindo o meu cheiro a entrar por ti

Olhas-me, e com a ponta da língua sentes o meu sabor

Enquanto me olhas

Sinto teu sabor na minha língua

Primeiro só na ponta da língua

Depois percorro a tua glande com a minha língua, e olho bem para ti enquanto o faço, depois seguro na base, enquanto olho o meu objecto d desejo…

Depois lambo-o todo com aponta da língua da base ate á glande

Olho para ti

Toco-te nos tomates

Lambo-tos

Aperto devagarinho

Tu encostas-te no cadeirão e olhas para mim a acabar d fumar o cigarro

Então eu coloco todo o teu sexo na minha boca húmida e ávida , começo a baixar mais a cabeça a enterrar mais o teu sexo na minha boca … engasgo-me e tiro…

A tua barriga treme d prazer

E vejo na tua cara, estás a gostar, eu sei…

Contínuo a mete-lo e a chupa-lo … vagarosamente … com calma

Dando toda a minha boca ao teu membro, a minha língua, a minha saliva e olho para ti

Ergues-te

E apertas-me um mamilo…

Aperto, puxo e tu sobes ficando os dois de pé, deixo as calças cair, pego-te pelos pulsos e empurro-te pelo quarto contra a cómoda.

Sentes o rebordo no teu rabo quando embates contra ela e sabes que ficará marca

Sentes o meu sexo nu e molhado na tua barriga

Queres tocar-me mas tenho-te presa e abro os teus braços

As tuas mamas sobem, empinam-se contra o meu peito ainda vestido

Beijo a tua boca que ainda sabe ao meu sexo, violentamente...

Chupo-te a língua, mordo-te os lábios

Puxo-te para mim, espremo-te contra a cómoda até parares de te tentar soltar

Aí solto-te, pego-te sob as nádegas e levanto-te, sento-te elevada, perto do meu sexo

Deixo a ponta tocar no teu sexo entreaberto

Forço um, dois centímetros dentro de ti, o suficiente para te fazer suspirar

Não aguentas e atiras todo o teu corpo contra mim, agarras-me pelos ombros e lanças-te contra mim, ventre contra ventre, e o meu sexo desliza de uma só vez para dentro de ti, nesse impulso que não controlaste

A violência é tal que os meus tomates batem no teu rabo... já molhado... já escorre...

Olho-te nos olhos, retiro-me quase todo...

Agarro-te pelas ancas e enterro-me com mais força ainda, faz-te doer o rabo mesmo sentada

Olho nos teus olhos e vejo-te a revira-los

Torno a faze-lo...

Levo a mão ao teu sexo e depois a tua boca... enfio os dedos dentro dela, bem fundo

Volto a tirar-me de dentro de ti e com a mão passo o meu sexo ao longo do teu, aberto, molhado...

Enterro-me e ao mesmo tempo envolvo-te nos meus braços, ao nível do peito, levantando-te

Ficas apertada contra mim, empalada...

Levo-te assim até à parede contra a qual embatemos violentamente

Ficas completamente presa entre mim e a parede

O meu tronco prende-te, é a tua prisão

Com movimentos de cintura apenas entro e saio de ti

Apenas os teus gritos de prazer se sobrepõem ao barulho que o teu sexo molhado faz...

Sim eu grito

Grito bem perto do teu ouvido

-Fode-me!!!

-Anda vá fode-me com força!!!!

E grito e puxo-te o cabelo e gemo alto. Sinto q me rebentas o sexo tal é a violência das tuas entradas

E continuas…

E eu presa a ti, com o meu peito comprimido contra o teu

Venho-me com uma violência, q penso q vou desmaiar

Tu continuas embora eu peça para parares porque m dói o sexo e porque ainda sinto bem forte o titilar do meu clit…

Levas-me na mesma posição para a cama

Lá, sais de mim e mandas-me por de 4 e olhas bem para mim

Ficas a observar o meu suco a escorrer de mim

O meu sexo brilha d tão molhado q está

E então, aproximas-te …

Eu retraio as nádegas porque te sinto

Roças o teu sexo no meu, sem o penetrares

Cospes-me para o ânus e massajas-mo, enquanto eu gemo ainda mais alto

O meu corpo ondula… a pedir o teu

Entras em mim, primeiro devagar, depois retiras-te e voltas a coloca-lo violentamente

Eu baixo todo o meu corpo com o impacto do teu sexo e grito!!!

Estas a aleijar-me e olho para ti com ar suplicante

Isso ainda te excita mais e fodes ainda com mais força

Prendes-me as nádegas a ti com força e não m deixas baixar eu grito: NÂO!!!

Mas tu continuas

Eu aperto os lençóis

O meu ânus ressente-se da entrada de um dedo teu e o meu corpo pára!

Para de novo me mexer…

Agora sem ser preciso as tuas mãos para m impulsionarem contra ti, agora sou eu q te estou a foder de costas

As minhas nádegas batem no teu ventre com sons secos apenas abafados pelos teus gemidos

Aperto-te com o meu sexo faço-te sair de mim sem te tocar, só para t irritar e para q voltes entrar em mim mais uma vez violentamente

Assim o fazes

Eu deliro

E tu estas a ver tudo: os movimentos da minha cabeça, o abanar do meu peito, as minhas carnes a abanarem com o impacto das tuas entradas

Fazes-me vir mais uma vez enquanto me puxas pelo cabelo e eu gemo de dor e prazer

Puxo-te pelo cabelo com força, a tua cabeça acompanha um pouco mas o teu corpo é atirado contra mim

Posso controlar-te assim, fazer-te vir contra mim puxando o cabelo e uso a outra mão para castigar as tuas nádegas

Palmada após palmada ao ritmo do sexo tornam o teu rabo branco em vermelho

Quente...

Não paro enquanto te vens…

Pelo contrário

Embora abrande é cada vez mais violento, mais intenso até me doer o ventre de bater violentamente contra ti

Tu deliras e eu também... sinto-te a tremer

Mas apesar de tu quereres aperto mais no cabelo, quero que te sintas como se tivesses uma rédea

Cuspo nas tuas nádegas vermelhas... sentes-me a escorrer, a refrescar a zona castigada

Eu espalho com a mão sobre ti

Meto a mão entre as tuas mãos e é o teu sexo que sofre a palmada...

Que me deixa a mão encharcada...

O clítoris está exposto de tão aberto está o teu sexo... sinto-o na ponta do dedo

Sinto-o, num dedo... depois em dois... depois aperto suavemente sentindo o teu corpo responder

Brinco contigo

Provocando-te

Acelerando e abrandando para contrariar a tua vontade

Tu queres e tentas empurrar a minha mão contra o teu sexo mas estás de 4 e se tirares uma mão cais

Estás impotente, à minha mercê

Levo a minha mão a boca, sinto o teu sabor

Lambo os dedos

Deixo um molhado e massajo o teu rabo...

Sinto os músculos a contrariem-se a volta dele

Mas a cada estocada minha relaxam e contraem ao mesmo ritmo

Tiro o dedo e levo-o a boca deixo-o mais molhado e volto a meter-te, desta vez mais facilmente

Puxando o teu cabelo não te deixo mexer... estou todo dentro de ti

Enterrado até não haver mais

Os teus sucos já escorrem pelos meus tomates

Tens um dedo enterrado no rabo

E rebolas, tentando mexer-te

Apesar de parado sentes o meu sexo pulsar dentro do teu

Tiro-o lentamente...

Puxando pelo cabelo não te deixo virares-te

Não sabes o que faço

Tens a cabeça baixa, contra o lençol

Meto 2 dedos de uma vez na tua cona

Tiro-os a escorrer

A pingar

Pincelo o teu rego com o teu gozo

Volto a meter o meu pau, todo de uma vez dentro de ti

E um dedo volta para o rabo, mais facilmente desta vez, bem recebido tal é o tesão

O nosso tesão é tão grande

Tens -me presa pelo cabelo

Um dedo no meu rabo e o teu pau bem enterrado dentro d mim

Eu gemo

Escorro

Vês as minhas nádegas bem vermelhas

E lembras-te q gostarias d ver algo mais bem vermelho

Largas-me o cabelo

Deitaste-te na cama e agarras-me pelas ancas e colocas-me em cima de ti

Estas deitado

Eu a montar-te

Vês o meu peito, tão clarinho

Os mamilos tão erectos

Morde-los, aperta-los, puxa-los

Eu tenho as mãos no cabelo

E em cima de ti moimento-me como s fosses um cavalo

Monto-te

Grito e gemo e olho bem para a tua cara

Estas a rebentar d tesão

E por isso mesmo com mais força me mordes o peito

Pões-me as mãos nas nádegas e crias o ritmo, o teu corpo treme

A tua expressão diz-me estas perto

Eu baixo-me e digo ao teu ouvido

Baixinho

-A tua puta vai-se vir contigo…

Tu tremes

Agarras-me com força

Pressionas-me contra ti

Com força e ritmo

E vimo-nos num sonoro e explosivo orgasmo

Continuamos a mexermo-nos

Eu não paro de me mexer em cima de ti

Quero tudo o que tens para mim saio de cima de ti e lambo-te …. Ainda com a glande inchada

E consigo sorver uma última gota

Olhamos um para o outro e descansamos abraçados…

3 comments:

Anonymous said...

O.O'

:O

ler istu as 11:23 da manha..
ui..k rico acurdar :O

**************
Y*

Beetle said...

Humm.. que tesão... emocionante!

Sensorial said...

Personagens convincentes, dialogos expressivos e ritmados de um erotismo que nunca resvala para a vulgaridade....
Continua!

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